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domingo, 30 de dezembro de 2012

Simpatia para fim de Ano, para trazer dinheiro .


Simpatia para dia 31 de dezembro, para pedir Prosperidade, fartura, um bom emprego, tudo de bom dentro de casa. Primeiro tem que ter Nozes, folha de Louro. Quando der meia noite e todos já estiverem brindado o novo ano, pegue as nozes e vá colocando nas janelas da casa que mora uma em cada canto, e vá pedindo prosperidade para este ano que está começando, isso tem que ser colocado até nas janela do banheiro. Despenque as folhas de louro e vá dando uma para cada pessoa que está na casa, para colocar na carteira perto do dinheiro. E não se esqueça de colocar também na sua carteira, pedindo que multiplique o dinheiro e que nunca deixe faltar.a folha deverá permanecer ali mesmo que venha secar.Quando chegar nova data do fim do ano renove tudo , as nozes a folha. Sendo assim nunca te faltará dinheiro. Simpatia da Bruxinha Valentina para " Vidas e Sonhos".

Maçonaria.


Texto de Fernando Pessoa sobre a Maçonaria Este é um trecho do artigo que Fernando Pessoa publicou no Diário de Lisboa, no 4.388 de 4 de fevereiro de 1935, contra o projeto de lei, do deputado José Cabral, proibindo o funcionamento das associações secretas, sejam quais forem os seus fins e organização. A Maçonaria compõe-se de três elementos: o elemento iniciático, pelo qual é secreta; o elemento fraternal; e o elemento a que chamarei humano – isto é, o que resulta de ela ser composta por diversas espécies de homens, de diferentes graus de inteligência e cultura, e o que resulta de ela existir em muitos países, sujeita portanto a diversas circunstâncias de meio e de momento histórico, perante as quais, de país para país e de época para época reage, quanto à atitude social, diferentemente. Nos primeiros dois elementos, onde reside essencialmente o espírito maçônico, a Ordem é a mesma sempre e em todo o mundo. No terceiro, a Maçonaria – como aliás qualquer instituição humana, secreta ou não – apresenta diferentes aspectos, conforme a mentalidade de Maçons individuais, e conforme circunstâncias de meio e momento histórico, de que ela não tem culpa. Neste terceiro ponto de vista, toda a Maçonaria gira, porém, em torno de uma só idéia – a "tolerância"; isto é, o não impor a alguém dogma nenhum, deixando-o pensar como entender. Por isso a Maçonaria não tem uma doutrina. Tudo quanto se chama "doutrina maçônica" são opiniões individuais de Maçons, quer sobre a Ordem em si mesma, quer sobre as suas relações com o mundo profano. São divertidíssimas: vão desde o panteísmo naturalista de Oswald Wirth até ao misticismo cristão de Arthur Edward Waite, ambos tentando converter em doutrina o espírito da Ordem. As suas afirmações, porém, são simplesmente suas; a Maçonaria nada tem com elas. Ora o primeiro erro dos Antimaçons consiste em tentar definir o espírito maçônico em geral pelas afirmações de Maçons particulares, escolhidas ordinariamente com grande má fé. O segundo erro dos Antimaçons consiste em não querer ver que a Maçonaria, unida espiritualmente, está materialmente dividida, como já expliquei. A sua ação social varia de país para país, de momento histórico para momento histórico, em função das circunstâncias do meio e da época, que afetam a Maçonaria como afetam toda a gente. A sua ação social varia, dentro do mesmo país, de Obediência para Obediência, onde houver mais que uma, em virtude de divergências doutrinárias – as que provocaram a formação dessas Obediências distintas, pois, a haver entre elas acordo em tudo, estariam unidas. Segue daqui que nenhum ato político ocasional de nenhuma Obediência pode ser levado à conta da Maçonaria em geral, ou até dessa Obediência particular, pois pode provir, como em geral provém, de circunstâncias políticas de momento, que a Maçonaria não criou. Resulta de tudo isto que todas as campanhas antimaçônicas – baseadas nesta dupla confusão do particular com o geral e do ocasional com o permanente – estão absolutamente erradas, e que nada até hoje se provou em desabono da Maçonaria. Por esse critério – o de avaliar uma instituição pelos seus atos ocasionais porventura infelizes, ou um homem por seus lapsos ou erros ocasionais – que haveria neste mundo senão abominação? Quer o Sr. José Cabral que se avaliem os papas por Rodrigo Bórgia, assassino e incestuoso? Quer que se considere a Igreja de Roma perfeitamente definida em seu íntimo espírito pelas torturas dos Inquisidores (provenientes de um uso profano do tempo) ou pelos massacres dos albigenses e dos piemonteses? E contudo com muito mais razão se o poderia fazer, pois essas crueldades foram feitas com ordem ou com consentimento dos papas, obrigando assim, espiritualmente, a Igreja inteira. Sejamos, ao menos, justos. Se debitamos à Maçonaria em geral todos aqueles casos particulares, ponhamos-lhe a crédito, em contrapartida, os benefícios que dela temos recebido em iguais condições. Beijem-lhe os jesuítas as mãos, por lhes ter sido dado acolhimento e liberdade na Prússia, no século dezoito – quando expulsos de toda a parte, os repudiava o próprio Papa – pelo Maçom Frederico II. Agradeçamos-lhe a vitória de Waterloo, pois que Wellinton e Blucher eram ambos Maçons. Sejamos-lhe gratos por ter sido ela quem criou a base onde veio a assentar a futura vitória dos Aliados – a "Entente Cordiale", obra do Maçom Eduardo VII. Nem esqueçamos, finalmente, que devemos à Maçonaria a maior obra da literatura moderna – o "Fausto" do Maçom Goeth. Acabei de vez. Deixe o Sr. José Cabral a Maçonaria aos Maçons e aos que, embora o não sejam, viram, ainda que noutro Templo, a mesma Luz. Deixe a Antimaçonaria àqueles Antimaçons que são os legítimos descendentes intelectuais do célebre pregador que descobriu que Herodes e Pilatos eram Vigilantes de uma Loja de Jerusalém. Fernando Pessoa

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Pregos na Cerca. "Contos"


Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito ruim. O Pai desse garoto deu-lhe um saco com pregos e disse-lhe que toda vez que ele perdesse a paciência, deveria martelar um prego atrás da cerca. No primeiro dia o garoto enfiou 37 pregos. Em algumas semanas, ia aprendendo a controlar seu temperamento, e o número de pregos martelados por dia reduziu gradativamente. Descobriu que era mais fácil controlar seu temperamento do que martelar todos aqueles pregos na cerca… Finalmente chegou o dia em que o garoto não perdeu a paciência nem uma vez. E disse aquilo ao seu pai. Este sugeriu que ele retirasse um prego por cada dia que ele conseguisse controlar seu temperamento. Finalmente chegou o dia em que o garoto havia retirado todos os pregos da cerca. Então O pai pegou a mão do seu filho e o levou para a cerca e disse: “Você foi muito bem meu filho!” Mas olha todos esses buracos na cerca. A cerca jamais será a mesma. Quando você diz coisas com a cabeça quente, elas deixam marcas como estas. Você pode ferir um homem com uma faca e depois tirar a faca, não importa quantas vezes você pedir perdão, a ferida ainda vai estar ali. Uma ferida verbal é tão grave quanto uma física. Lembre-se da lição que o pai ensinou para o filho. Que “buracos” você tem feito recentemente? Alguns podem ser grandes e outros pequenos. Sejam do tamanho que forem, cada buraco que é feito com raiva faz a vida um pouco mais feia. A próxima vez que você começar a sentir raiva, tente se expressar de maneira diferente e reduzir o número de buracos que você faz.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A beleza natural


Um monge jovem era o responsável pelo jardim zen de um famoso templo Zen. Ele tinha conseguido o trabalho porque amava as flores, arbustos e árvores. Próximo ao templo havia um outro templo menor onde vivia apenas um velho mestre Zen. Um dia, quando o monge estava esperando a visita de importantes convidados, ele deu uma atenção extra ao cuidado do jardim. Ele tirou as ervas daninhas, podou os arbustos, cardou o musgo, e gastou muito tempo meticulosamente passando o ancinho e cuidadosamente tirando as folhas secas de outono. Enquanto ele trabalhava, o velho mestre observava com interesse de cima do muro que separava os templos. Quando terminou, o monge afastou-se um pouco para admirar seu trabalho. "Não está lindo?" ele perguntou, feliz, para o velho monge. "Sim," replicou o ancião, "mas está faltando algo crucial. Me ajude a pular este muro e eu irei acertar as coisas para você." Após certa hesitação, o monge levantou o velho por sobre o muro e pousou-o suavemente em seu lado. Vagarosamente, o mestre caminhou para a árvore mais próxima ao centro do jardim, segurou seu tronco e o sacudiu com força. Folhas desceram suavemente à brisa e caíram por sobre todo o jardim. "Pronto!" disse o velho monge," agora você pode me levar de volta."

domingo, 23 de dezembro de 2012

É mesmo?


Uma linda garota da vila ficou grávida. Seus pais, encolerizados, exigiram saber quem era o pai. Inicialmente resistente a confessar, a ansiosa e embaraçada menina finalmente acusou Hakuin, o mestre Zen o qual todos da vila reverenciavam profundamente por viver uma vida pura. Quando os insultados pais confrontaram Hakuin com a acusação de sua filha, ele simplesmente disse: - É mesmo? Quando a criança nasceu, os pais a levaram para Hakuin, o qual agora era visto como um pária por todos da região. Eles exigiram que ele tomasse conta da criança, uma vez que essa era sua responsabilidade. - É mesmo? - Hakuin disse calmamente enquanto aceitava a criança. Por muitos meses ele cuidou carinhosamente da criança, conseguindo leite com os vizinhos e tudo o mais que o bebê necessitava. Até o dia em que a menina não agüentou mais sustentar a mentira e confessou que o verdadeiro pai era um jovem da vila que ela estava tentando proteger. Os pais imediatamente foram a Hakuin, constrangidos, para ver se ele poderia devolver a guarda do bebê. Com profusas desculpas eles explicaram o que tinha acontecido, enquanto pediam o seu perdão. Hakuin consentiu. Ao entregar a criança, tudo o que ele disse foi: - É mesmo?

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Quer acabar com a Celulite? Faça a simpatia.


Esprema três limões galegos em meio copo de talco de qualquer marca.Mexa até virar uma pasta e aplique nas partes de seu corpo que estão com celulite, deixando ficar ali por trinta minutos. Depois tome um banho normal. Esta simpatia deve ser feita em cinco sextas-feiras seguidas, de preferencia ás seis hora da tarde. Simpatia da bruxinha Valentina para o blog " Vidas e Sonhos".

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

A VERDADEIRA ALQUIMIA.


Certa vez um andarilho apareceu numa aldeia da Idade Média. Dirigiu-se à praça central da cidade, anunciou-se como alquimista e disse que ensinaria como transformar qualquer tipo de metal em ouro. Algumas pessoas pararam para ouví-lo e começaram a proferir gracejos e ridicularizá-lo. O estranho não se abalou com as chacotas, pediu um pedaço de metal e alguém lhe entregou uma ferradura, um outro lhe ofereceu um prego. O alquimista então pegou ambas as peças, e ainda sob as risadas dos incrédulos, colocou-as numa pequena vasilha e derramou sobre elas o conteúdo de um frasco que havia retirado de sua sacola. Permaneceu alguns segundos em silêncio e o fenômeno aconteceu: a ferradura e o prego tornaram-se dourados. Uma sensação de espanto percorreu a multidão que se avolumava cada vez mais na praça. O alquimista levantou as peças de ouro para que todos pudessem admirar a transmutação. Um ourives presente no local pediu para examinar os objetos e foi atendido. Em pouco tempo, revelou serem as peças de ouro puríssimo como nunca tinha visto. As pessoas agitaram-se e agora queriam ouvir. O alquimista então pegou um grosso livro de sua sacola e disse estar nele o segredo da transmutação dos metais em ouro. Em seguida, entregou o livro a uma criança próxima e partiu tranqüilo. Ninguém o viu ir embora, pois todos os olhos mantiveram-se fixos no objeto nas mãos da criança. Poucos dias depois, a maioria das pessoas possuía uma cópia do valioso manuscrito, assim a receita para produzir ouro passou a ser conhecida por todos. Contudo, a fórmula era complexa. Exigia água destilada mil vezes no silêncio da madrugada e ingredientes que deveriam ser colhidos em noites especiais e em praias distantes. Era muito penoso ficar mil noites em silêncio esperando a água destilar. Além disso, procurar os outros ingredientes era muito cansativo. No início todos puseram as mãos à obra, mas com o passar do tempo, as pessoas foram desistindo do trabalho. Diziam que a fórmula era apenas uma galhofa deixada pelo alquimista para mostrar como eram tolos. As pessoas foram desistindo. E, à medida que desistiam, tentavam convencer os outros a fazerem o mesmo. Assim, muitos e muitos outros, influenciados pelos primeiros, também desistiram. Mas, um pequeno grupo prosseguiu com o trabalho. Apesar de ridicularizados pelo resto da aldeia, continuaram destilando a água e fizeram várias viagens juntos à procura dos ingredientes da fórmula. O tempo correu e a quantidade de histórias divertidas, de situações que eles passaram juntos, de mudanças pessoais de cada um desde que começaram a seguir a fórmula, cresceu. E o grupo dos aprendizes de alquimia tornou-se cada vez mais unido. Converteram-se em grandes amigos. Até que em um mesmo dia, todos tinham começado juntos, e viraram a última página das instruções do livro, e lá estava escrito: “Se todas as instruções foram seguidas, você tem agora o líquido que, derramado sobre qualquer metal, transforma-o em ouro. Entretanto, agora você já percebeu que a maior riqueza não está no produto final obtido, mas sim no caminho percorrido. O que nos torna infinitamente ricos não é a quantidade de ouro que conseguimos produzir, mas as conquistas que obtivemos em busca do tesouro: o conhecimento das riquezas como o amor, a amizade, a paciência, o perdão, a persistência, o valor dos sacrifícios feitos nessa busca. A transformação interior obtida: esta é a verdadeira alquimia".

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Recitando os Sutras.


Um fazendeiro pediu a um sacerdote que recitasse sutras para a sua esposa, que estava muito doente. Terminada a recitação, o fazendeiro perguntou: - Você acha que a minha esposa obterá mérito disto? - Não só a sua esposa, mas todos os seres sencientes se beneficiarão com a recitação de mantras - respondeu o sacerdote. - Se você diz que todos os seres sencientes se beneficiarão - disse o fazendeiro - minha esposa poderá ficar muito fraca e outros tirarão vantagem dela, obtendo o benefício que deveria ser dela. Assim, por favor, recite os sutras apenas para ela. O sacerdote explicou que era o desejo de um budista oferecer bençãos e desejar mérito para cada ser vivo. - Este é um belo ensinamento - concluiu o fazendeiro - mas, por favor, faça uma exceção. Eu tenho um vizinho que é grosso e mesquinho para comigo. Apenas exclua-o de todos aqueles seres sencientes.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ansiando por Deus.


Um sábio estava meditando à margem de um rio quando um homem jovem, um tanto entusiasmado, o interrompeu. "Mestre, eu desejo ser seu discípulo!", disse o jovem. "Por quê?" replicou o sábio. O jovem era uma pessoa que sempre ouviu falar dos caminhos espirituais, e tinha uma idéia fantasiosa e romântica deles. Em sua imaturidade, ele achava que ser "espiritual" era algo como participar de um movimento, de uma crença, de uma moda, sem grandes conseqüências. Ele então pensou numa resposta bem "profunda" e disse: "Porque eu quero encontrar DEUS!" O sábio pulou de onde estava, agarrou o rapaz pelo cangote, arrastou-o até o rio e mergulhou sua cabeça sob a água. Manteve-o lá por quase um minuto, sem permitir que respirasse, enquanto o terrificado rapaz chutava e lutava para se libertar. Finalmente o mestre o puxou da água e o arrastou de volta à margem. Largou-o no chão, enquanto o homem cuspia água e engasgava, lutando para retomar a respiração e entender o que acontecera. Quando ele eventualmente se acalmou, o sábio lhe perguntou: "Diga-me, quando estava sob a água, sabendo que morreria, o que você queria mais do que tudo? "Ar!", respondeu o jovem, amuado. " Muito bem", disse o Mestre." Vá para sua casa, e quandovocê souber ansiar por Deus tanto quanto você acabou de ansiar por ar, pode voltar a me procurar".

domingo, 16 de dezembro de 2012

Talvez.


Há um conto Taoísta sobre um velho fazendeiro que trabalhou em seu campo por muitos anos. Um dia seu cavalo fugiu. Ao saber da notícia, seus vizinhos vieram visitá-lo. "Que má sorte!" eles disseram solidariamente. "Talvez," o fazendeiro calmamente replicou. Na manhã seguinte o cavalo retornou, trazendo com ele três outros cavalos selvagens. "Que maravilhoso!" os vizinhos exclamaram. "Talvez," replicou o velho homem. No dia seguinte, seu filho tentou domar um dos cavalos, foi derrubado e quebrou a perna. Os vizinhos novamente vieram para oferecer sua simpatia pela má fortuna. "Que pena," disseram. "Talvez," respondeu o fazendeiro. No próximo dia, oficiais militares vieram à vila para convocar todos os jovens ao serviço obrigatório no exército, que iria entrar em guerra. Vendo que o filho do velho homem estava com a perna quebrada, eles o dispensaram. Os vizinhos congratularam o fazendeiro pela forma com que as coisas tinham se virado a seu favor. O velho olhou-os, e com um leve sorriso disse suavemente: "Talvez."

sábado, 15 de dezembro de 2012

A arte de Deus...


Um homem havia pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo par apreciá-lo. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito famoso e um grande artista. Chegado o momento, tirou-se o pano que protegia o quadro. Houve caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo.Com o ouvido junto à porta, ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Um observador curioso, porém, achou uma falha no quadro: não havia fechadura na porta. E foi perguntar ao artista: - Sua porta não tem fechadura! Como se faz para abri-la? - É assim mesmo - respondeu o pintor, - Esta é a porta do coração humano. Apenas se abre do lado de dentro.

CARRO ANTIGO. Além da Imaginação.


"Poderia o espírito de alguém que partiu permanecer "conectado" à algo que "amava muito" quando vivo?" Segundo o relato a seguir, isso realmente é possível! ================================================================================= A um tempo atrás eu comprei um carro antigo. Não é velho, é antigo. Um Dodge Dart. Era o meu sonho arranjar um desde que eu vi um passando na rua de casa, com aquele motor forte fazendo aquele barulho potente. Eu juntei o dinheiro e fui atrás de um. Não foi fácil achar, mas eu finalmente achei um do jeito que eu queria e comprei. A viagem para casa foi uma maravilha, o carro não tava 100%, mas tava muito bom. Ronronava feito um gatinho. Mas tinha alguma coisa para arrumar. Depois de uma semana já tinha ido para o mecânico disso e mecânico daquilo e a parte mecânica do carro tava toda restaurada, uma maravilha! Era girar a chave que o bicho ligava! E lá fui eu trabalhar com o meu Dojão! Eu acordei cedo e estava indo para o trabalho, sozinho no carro. Na metade do caminho, eu estou olhando para frente e resolvi dar uma espiada rápida no espelho retrovisor. No que eu bati o olho eu pisei no freio. Levei um susto. Tinha um cara no banco de trás. Assim que o carro parou eu abri a porta e pulei pra fora. No que eu olho para o banco de trás, nada. Vazio. Sem ninguém. Eu me senti um idiota. Achei que provavelmente devia ter alguma mancha no retrovisor, mas quando eu entrei no carro e olhei para o retrovisor, não tinha nada, nem uma manchinha. Estava impecável. Eu achei que devia ser o sono. Simplesmente fechei a porta e tentei ligar o carro. Nada. Virava a chave, nada. Só aquele nheco nheco nheco de carro antigo tentando pegar. Eu achei estranho, porque até aquele momento o carro nunca teve problemas para pegar. Eu girei a chave de novo e nheco nheco nheco. Nada do carro pegar. Depois de muito tempo tentando fazer o carro pegar eu desisti e chamei um guincho, para a minha frustração. O Guincho chegou, pegou o carro e levou até a minha casa, onde eu peguei o meu outro carro, mais novinho, e fui trabalhar. Passei o dia inteiro pensando o que poderia ter acontecido. Quando eu cheguei em casa, a primeira coisa que eu fui fazer, foi ir mexer no carro. Eu entrei nele, coloquei a chave na ignição e girei. O barulho daquele enorme motor ligando foi imediato. Pegou sem problema nenhum. Eu achei muito estranho, mas já que tava funcionando, para que me preocupar? Resolvi dar uma voltinha com ele só para ter certeza. Sai e depois de uma hora eu voltei. Estava funcionando 100% de novo. No dia seguinte eu ia trabalhar com ele. De manhã eu tomei o café feliz da vida. Peguei as minhas coisas, coloquei no carro, abri o portão, entrei no carro e liguei ele. O motor pegou na hora! Eu comecei a manobrar o carro para tirar ele da garagem. Tudo numa boa, quando o carro tava lá fora eu fui brecar para ir fechar o portão. Mas o carro não brecou. Eu pisei no freio e o carro foi andando. Pisei de novo e nada. Eu afundei o pé no freio e o carro continuou em frente. Acabou que o carro bateu (bem de leve) no muro da casa da frente, e só brecou por causa disso. Eu fiquei "P" da vida! Como é que o carro perdeu o breque da noite para o dia? Eu empurrei o carro para a garagem (o que não foi nada fácil) peguei o meu outro carro e fui trabalhar. Quando voltei já liguei para o mecânico que tinha visto os freios e falei para ir me encontrar em casa. Ele chegou lá, deu uma olhada no carro entrou nele e falou para mim empurrar aquele monstro para testar o breque. Assim que ele pisou no pedal, o carro parou. Novo teste e a mesma coisa. Ele ligou o carro, engatou a primeira e foi em frente. Quando ele pisou no freio, o carro parou na hora. Eu não sabia o que dizer. Bem, o mecânico foi embora e eu resolvi deixar o carro na garagem até arrumar o amassado que tinha feito na frente. Quando eu estava indo para a cama eu resolvi dar uma ultima olhada no meu garotão. Fui até o banheiro e quando eu olhei pela janela, vi alguém em pé do lado da janela do motorista com o tronco para dentro do carro. Eu entrei em pânico. Não tinha o carro não fazia nem um mês e já queriam me roubar ele! Eu acendi as luzes da casa e desci correndo. Quando eu cheguei lá, nada. A janela estava fechada e não tinha sinal de alguém ter estado lá. Eu achei que realmente devia estar precisando dormir. No final de semana fui levar o carro no funileiro para arrumar o amassado. Fui até lá sem problemas. Ele falou que no próximo sábados estaria pronto. Eu fui para casa e esperei ansiosamente a semana passar. No sábado lá fui eu todo alegre pegar o Dojão. Cheguei lá e lá estava ele, todo arrumado, pintura brilhando, impecável! O funileiro me deu a chave e eu fui para casa com o meu carrão. Ele se comportou durante quase um mês sem dar problema nenhum, mas nada dura para sempre. Uma noite eu resolvi sair com ele para passear. Quando eu sai de casa e olhei para ele, deu para ver alguém sentado no banco de trás dele. Eu já achei que era ladrão de novo. Eu fiquei olhando de longe para ver se era alguém mesmo. Parecia ser uma pessoa. Só que quando eu estava olhando um ônibus passou na rua, e eu consegui ver o ônibus através da pessoa que estava lá dentro! Aquilo me fez um gelo subir a coluna. Quando a rua ficou escura de novo, a figura tinha sumido. Eu cheguei perto do carro e nada. Ninguém lá dentro. Eu achei que devia ter visto o reflexo de algo e me acalmei. Entrei no carro, liguei ele e saí numa boa. Mas eu estava com uma sensação estranha de que eu ia ter problemas. Mas mesmo assim eu sai com o carro. Eu estava indo pegar um amigo quando de repente o carro desliga na metade do caminho. Não o motor, mas o carro inteiro. Toda a parte elétrica dele. Não acendia luz nenhuma. Mas o freio funcionou dessa vez. Eu parei o carro e tentei ligar ele de novo. Nada. Nenhum barulho. Abri o capô achando que algum fio da bateria podia ter soltado, mas não tinha nada de errado lá. Estava tudo como deveria estar. Eu voltei, girei a chave e nada. Eu já tava começando a ficar desesperado de novo. Eu encostei no banco e tentei relaxar. Quando eu olho no espelho lateral, eu vi o que parecia ser alguém (não deu para ver direito, a rua estava escura) encostado no carro, quase sentado no porta-malas. Eu abri a janela e coloquei a cabeça para fora para mandar desencostar do carro, mas quando eu olhei lá pra trás, não tinha mais ninguém. Foi ai que eu comecei a achar que o carro era assombrado. Eu já tinha ouvido falar de casa assombrada, mas carro? Essa era nova para mim. De novo eu tive que chamar o guincho novamente. Eu deixei o carro em casa, peguei o meu outro carro e sai. Quando eu voltei eu resolvi fazer um teste. Peguei a chave do Dojão, entrei nele, coloquei a chave no contato e girei. E aconteceu exatamente o que eu achava que ia acontecer. O carro pegou. Todas as luzes acenderam, o farol, luz de dentro, painel, tudo. Eu pensei que aquilo já era demais. Não podia continuar daquele jeito. Eu tinha que dar um basta. Me sentindo muito idiota eu falei em voz alta: - Olha, eu não sei quem você é, mas esse carro é meu agora. Eu comprei ele. Se você está preocupado que eu possa estragar ele, não precisa se preocupar, eu vou cuidar muito bem dele. Só me deixa em paz. Depois que eu falei isso, ele nunca mais deu problema nenhum. Nunca tive que chamar guincho de novo e até hoje não levei no mecânico de novo também. Ele acabou ficando mais confiável que o meu outro carro. www.alemdaimaginacao.com Jarbas - São Paulo - SP - Brasil

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Dionísio o Deus Grego do Vinho.


O deus grego do vinho, das festas, do prazer e do delírio místico. Filho da princesa Sêmele e de Zeus, foi o único deus filho de uma mortal. De todas as divindades, era a que mais aproximava dos homens. Sua mãe morreu antes que tivesse o necessário desenvolvimento, Dioniso passou parte de sua gestação na coxa de seu pai, Zeus. Desde muito cedo demonstrou sua origem divina: amante da caça possuía um estranho poder de amansar os animais mais ferozes. Contraiu matrimônio com Ariadne, após esta ser abandonada por Teseu

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vidas e sonhos!: Hefesto

Vidas e sonhos!: Hefesto: O deus do fogo e das erupções vulcânicas. Ele era aleijado e por causa da sua deficiência e feiúra foi rejeitado por sua mãe, Hera, e ...

Hefesto


O deus do fogo e das erupções vulcânicas. Ele era aleijado e por causa da sua deficiência e feiúra foi rejeitado por sua mãe, Hera, e expulso do Olimpo. Por essa razão, o deus tornou-se a representação da fúria dos vulcões e do poder de devastação do fogo, no entanto ele também tinha a magia da transformação do metal em obra de arte. Por muito tempo, Hefestos arquitetou sua vingança contra a sua mãe, que o expulsara do Olimpo. Forjou, então, um belíssimo trono de ouro e o enviou a sua mãe. Quando sentou-se, Hera ficou presa de tal forma, que nenhum dos deuses, nem mesmo Zeus pôde tirá-la da armadilha. Não restando outra opção aos deuses do Olimpo, ao senão de acatar suas exigências a primeira era de a voltar a viver no Olimpo e a segunda era a de se casar com a deusa mais linda de todas, Afrodite. Obrigada à deusa se casou com o Hefestos, mas não era fiel a ele, teve cinco de seus seis amantes.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Hermes Deus Grego.


O deus grego do vento, da velocidade e do comércio. Filho de Zeus e da ninfa Maia, nasceu em uma gruta do monte Ciline, na Arcádia. Assim que nasceu fugiu do berço e roubou cinqüenta novilhas do rebanho de Apolo, logo depois, com a casca de uma tartaruga, construiu a primeira lira e com o som deste instrumento serenou Apolo. Enfurecido pelo furto; esse deus acabou por deixar-lhe as novilhas e lhe deu o caduceu, a vara de ouro, símbolo da paz, em troca da lira.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Deméter Deusa da Mitologia Grega.


Na Grécia antiga, a deusa Deméter e sua filha, Perséfone, eram cultuadas nos mistérios de Elêusis, rituais secretos em que se agradeciam a fecundidade da terra e as colheitas. Deméter, deusa grega da agricultura, era filha de Crono e Réia, irmã de Zeus, Hades, Poseidon, Héstia e Hera, e mãe de Perséfone, que a ajudava nos cuidados da terra, e de Pluto, deus da riqueza. Perséfone foi raptada por Hades, que a levou para os Infernos e a esposou. Desesperada com o desaparecimento da filha, Deméter saiu a sua procura e, durante a viagem, passou pela cidade de Elêusis, onde foi hospitaleiramente recebida. Em agradecimento, revelou aos habitantes seus ritos secretos. A terra abandonada, entretanto, tornava-se estéril e os alimentos começavam a escassear. Preocupado com a difícil situação dos mortais, Zeus convenceu Hades a permitir que Perséfone passasse o outono e o inverno nos Infernos e regressasse para junto da mãe na primavera. Assim, Deméter simbolizou a terra cultivável, produtora da semente -- Perséfone -- que há de fecundá-la periodicamente. Em Elêusis celebravam-se os mistérios, ou ritos secretos, em que Deméter figurava como deusa da fertilidade e Perséfone como encarnação do ciclo das estações. Na mitologia romana, Deméter foi identificada com Ceres.

sábado, 8 de dezembro de 2012

O cavalo e o soldado. Fábulas de Esopo.


Durante a guerra, um soldado alimentara com cevada seu cavalo, companheiro de todas as situações. Terminada a guerra, o cavalo passou a ser empregado em trabalhos servis e para carregar fardos pesados, e a ser alimentado só de palha. No entanto, foi anunciada uma nova guerra, ao som das trombetas; o dono então botou o arnês no cavalo, tomou das armas ele próprio partiu. Mas o cavalo tropeçava a toda hora, sem força alguma. E disse ao dono: " Vai logo para junto dos hoplítas, pois me transformaste em um asno, e como queres que um asno se torne novamente um cavalo?". Moral: Em tempo de segurança e de descanso não se deve esquecer dos tempos de infelicidade. Autor Esopo.

A PAZ PERFEITA.


Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura... ...a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas. A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita. A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Paz perfeita. Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu a segunda. Sabes por quê? "Porque", explicou o rei, "paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor". "Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz" autor desconhecido.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A VIZINHA.


Em uma cidade existia uma mulher que morava sozinha, e tinha como vizinhos um casal de idosos. Então esta mulher lavava as roupas, e as colocavam em seu varal e a senhora idosa, lá de dentro da casa dela, olhava as roupas no varal, e dizia ao marido dela: - Olha velho, como aquela vizinha é desmazelada... as roupas dela... ela lava e ficam todas sujas! E o velho sentado em sua cadeira de balanço, ficava quieto e não fazia comentários sobre aquilo ali. Então a vizinha tornou a lavar as roupas e coloca-las no varal, e a velha sentada na cadeira de dentro da casa dela, comentou novamente com o velho, olha velho aquela vizinha é muito porca, ela lava as roupas e ficam todas sujas, como que pode ser assim? E o velho sempre lendo seu jornal, preferia não comentar. Então, um dia, o velho indignado com sua esposa, levantou-se mais cedo. A velha nem perguntou o porque. Então a vizinha lavou todas as roupas brancas, e deixou-as limpas, como nunca, e a velha sentada em sua cadeira fazendo tricô, e o velho lendo o jornal. A velha comentou, olha velho, parece que a vizinha fez algum curso para aprender a lavar as roupas, ou então alguém lavou as roupas pra ela, as roupas estão branquinhas. O velho levantou-se colocou o jornal em sua cadeira e disse para a velha: Não foi a vizinha que fez curso, e ninguém lavou as roupas dela, hoje quando levantei mais cedo, lavei as janelas daqui de casa.

Centáuro.


Na mitologia grega, os centauros eram a personificação das forças naturais desenfreadas, da devassidão e embriaguez. Centauro era um animal fabuloso, metade homem e metade cavalo, que habitavam as planícies da Arcádia e da Tessália. Seu mito foi, possivelmente, inspirado nas tribos semi-selvagens que viviam nas zonas mais agrestes da Grécia. Segundo a lenda, era filho de Ixíon, rei dos lápitas, e de Nefele, deusa das nuvens, ou então de Apolo e Hebe. Em ambos os casos parece clara a alusão às águas torrenciais e aos bosques. A história mitológica dos centauros está quase sempre associada a episódios de barbárie. Convidados para o casamento de Pirítoo, rei dos lápitas, os centauros, enlouquecidos pelo vinho, tentaram raptar a noiva, desencadeando-se ali uma terrível batalha. O episódio está retratado nos frisos do Pártenon e foi um motivo freqüente nas obras de arte pagãs e renascentistas. Os centauros também teriam lutado contra Hércules, que os teria expulsado do cabo Mália. Nem todos os centauros apareciam caracterizados como seres selvagens. Um deles, Quirão, foi instrutor e professor de Aquiles, Heráclito, Jasão e outros heróis, entre os quais Esculápio. Entretanto, enquanto grupo, foram notórias personificações da violência, como se vê em Sófocles. Nos tempos helênicos se relacionavam freqüentemente com Eros e Dioniso. As representações primitivas dos centauros os mostram como homens aos quais se acrescentava a metade posterior de um cavalo. Mais tarde, talvez para realçar seu caráter bestial, só o busto era humano. Foi esta a imagem que se transmitiu ao Renascimento. Na mitologia grega, os centauros eram a personificação das forças naturais desenfreadas, da devassidão e embriaguez. Centauro era um animal fabuloso, metade homem e metade cavalo, que habitavam as planícies da Arcádia e da Tessália. Seu mito foi, possivelmente, inspirado nas tribos semi-selvagens que viviam nas zonas mais agrestes da Grécia. Segundo a lenda, era filho de Ixíon, rei dos lápitas, e de Nefele, deusa das nuvens, ou então de Apolo e Hebe. Em ambos os casos parece clara a alusão às águas torrenciais e aos bosques. A história mitológica dos centauros está quase sempre associada a episódios de barbárie. Convidados para o casamento de Pirítoo, rei dos lápitas, os centauros, enlouquecidos pelo vinho, tentaram raptar a noiva, desencadeando-se ali uma terrível batalha. O episódio está retratado nos frisos do Pártenon e foi um motivo freqüente nas obras de arte pagãs e renascentistas. Os centauros também teriam lutado contra Hércules, que os teria expulsado do cabo Mália. Nem todos os centauros apareciam caracterizados como seres selvagens. Um deles, Quirão, foi instrutor e professor de Aquiles, Heráclito, Jasão e outros heróis, entre os quais Esculápio. Entretanto, enquanto grupo, foram notórias personificações da violência, como se vê em Sófocles.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Helena de Tróia.


O rapto de Helena, que a mitologia grega descrevia como a mais bela das mulheres, desencadeou a lendária guerra de Tróia. Personagem da Ilíada e da Odisséia, Helena era filha de Zeus e da mortal Leda, esta esposa de Tíndaro, rei de Esparta. Ainda menina, Helena foi raptada por Teseu, depois libertada e levada de volta para Esparta por seus irmãos Castor e Pólux (os Dioscuri). Para evitar uma disputa entre os muitos pretendentes, Tíndaro fez com que todos jurassem respeitar a escolha da filha. Ela se casou com Menelau, rei de Esparta, irmão mais novo de Agamenon, que se casara com uma irmã de Helena, Clitemnestra. Helena, contudo, abandonou o marido para fugir com Páris, filho de Príamo, rei de Tróia. Os chefes gregos, solidários com Menelau, organizaram uma expedição punitiva contra Tróia que originou uma guerra de sete anos de duração. Após a morte de Páris em combate, Helena casou-se com seu cunhado Deífobo, a quem atraiçoou quando da queda de Tróia, entregando-o a Menelau, que retomou-a por esposa. Juntos voltaram a Esparta, onde viveram até a morte. Foram enterrados em Terapne, na Lacônia. Segundo outra versão da lenda, Helena sobreviveu ao marido e foi expulsa da cidade pelos enteados. Fugiu para Rodes, onde foi enforcada pela rainha Polixo, que perdera o marido na guerra de Tróia. Após a morte de Menelau, diz ainda outra versão, Helena casou-se com Aquiles e viveu nas ilhas Afortunadas. Helena de Tróia foi adorada como deusa da beleza em Terapne e diversos outros pontos do mundo grego. Sua lenda foi tomada como tema de grandes poetas da literatura ocidental, de Homero e Virgílio a Goethe e Giraudoux. Na mitologia grega, Helena de Tróia era filha de Zeus e de Leda, irmã gêmea da rainha Clitemnestra, irmã de Castor e Pólux, esposa do rei Menelau, com a reputação de mulher mais bela do mundo. O seu rapto feito pelo príncipe troiano Páris desencadeou uma guerra. Após este acontecimento, foi perdoada pelo marido, e levada de volta para Argos, seu reino. Após a morte de Menelau, foi expulsa do reino pelo seu própio filho, Nicostrato. Foi morar com a rainha Polixo, uma amiga. Certa vez, após tomar banho, foi morta enforcada pela serva da rainha, que estava com ódio mortal de Helena, pois havia perdido seu marido na guerra.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Poseidon também conhecido como Netuno.


Poseidon, também conhecido como Netuno para os romanos, era o grande rei dos mares, um homem muito forte, com barbas e sempre representado com seu tridente na mão e as vezes com um golfinho. Era filho de Cronos, deus do tempo, e da deusa da fertilidade Réia. Sua casa era no fundo do mar e com seu tridente causava maremotos, tremores, além de fazer brotar água do solo. Poseidon era casado com Anfitrite. Quando se conheceram Poseidon se apaixonou por ela, mas Anfitrite o recusou e Poseidon a obrigou casar-se com ele, porém, ela para não casar, se escondeu nas profundezas do oceano, só sua mãe sabia onde ela estava. Mas com o tempo Anfitrite mudou de idéia e foi atrás de Poseidon com quem se casou e ficou sendo a rainha do oceano. Com ela teve um filho chamado Tritão que aterrorizava os marinheiros com um barulho espantoso que ele fazia quando soprava o búzio, um instrumento, mas também com ele fazia sons maravilhosos. Entretanto, na sua vida Poseidon teve muitos outros amores e fora de seu casamento teve mais filhos que ficaram muito conhecidos por sua crueldade, os dois que mais conhecidos foram o Ciclope e o gigante Orion. Poseidon disputou com Atena, a deusa da sabedoria, para ser a deidade da cidade hoje conhecida como Atenas, porém Atena ganhou a competição e a cidade ficou conhecida com o seu nome. Na história da Guerra de Tróia, Poseidon e Apolo ajudaram o rei na construção dos muros daquela cidade e a eles foi prometida uma recompensa, porém tinham sidos enganados, pois o rei não os recompensou. Foi então que Poseidon muito enfurecido se vingou de Tróia e enviou um monstro do mar que saqueou toda a terra de Tróia e durante a guerra ele ajudou os gregos. Poseidon é também o pai de Pégaso, um cavalo alado gerado por Medusa, por esse motivo sempre esteve muito ligado aos cavalos e foi o primeiro a colocar cavalos na região. Outro caso de amor muito conhecido de Poseidon foi com sua irmã Demeter, ele a perseguiu e ela para evitá-lo se transformou em égua, porém ele se transformou em um garanhão e com ela teve um encantador cavalo, Arion. Poseidon era um deus muito importante e celebravam em sua honra os Jogos místicos, constituídos de competições atléticas e também de musicas e poesias, realizados de dois em dois anos.

domingo, 2 de dezembro de 2012

A CRIANÇA DO ANDAR DE CIMA.


"Quais mistérios podem existir por trás das paredes de um vizinho? E se esse vizinho não existir, estando o local vazio e sem moradores? Quem se arriscaria a descobrir?" O Relato a seguir é justamente sobre essa situação! ================================================================================= Olá pessoal. Primeiramente eu queria explicar que eu moro no Japão há 10 anos. Morei em várias regiões, mas onde me ocorreu minha primeira experiência sobrenatural foi na cidade de Joetsu-Shi na província de Niigata [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 37° 8'53.30"N,138°14'4.68"E]. Eu na época tinha 20 anos e trabalhava em uma fábrica de pecçs para motocicletas. O apartamento que eu morava à 50 minutos de carro, bem nas montanhas, sendo um lugar bem interior. A população na localidade, é de idade bem avançada, com poucos jovens. Eu morava sozinho, e logo mais um amigo viria a dividir o apartamento e as despesas comigo, pois morar em duas pessoas sai mais em conta. Bom, o primeiro fenômeno sobrenatural que aconteceu, foi em um dia que cheguei do trabalho e tomei um banho, fiz uma comida rápida e logo liguei para o amigo que viria morar comigo. Conversamos pelo período de 1 hora sobre várias coisas. Quanto era o salário, quanto era o aluguel, etc... Enquanto conversávamos pelo telefone, escutei um barulho de criança correndo no apartamento de cima no segundo andar. Eu não liguei, pois criança gosta de brincar, correr e e tal né! Iisso era 21:00', bem no momento do toque de silêncio que tem aqui no Japão. Desse horaário em diante ninguem faz barulho a toa aqui, pois o pessoal é bem rigoroso com isso. Mas deu 11 da noite e o barulho continuou em ritmo menor e depois quando fui dormir as 11 e meia, acabou, ficando um silêncio só, entao me levantei e fumei um cigarro, e fiquei pensativo, imaginando que deveria ter mudado algum casal com filho no andar de cima, pois em um mês era a primeira vez que eu ouvia passos ali. Dormi tranquilo e no outro dia chegando na fábrica encontrei o responsável da empreiteira, um senhor japonês muito gente boa, que cuidava das colocações na fábrica e nos apartamentos também. Então lhe perguntei se havia mudado alguémm recentemente no apartamento do segundo andar do meu prédio, pois estava um barulho a me incomodar, e sugeri que seria bom se eu mudasse então para o segundo andar e eles mudariam para o primeiro andar, trocando. Mas o responsável da empreiteira me olhou sério e balançando a cabeça me disse: Você está enganado, ninguém se mudou, ele está vazio! Aquilo foi um choque pra mim. Quando fui embora estava com um pouco medo, e chegando lá, ao observar a janela do apartamento do segundo andar, vi que realmente o apartamento estava apagado e sem luz. Tomei banho, jantei como sempre e fui assistir Tv. às 9 da noite começaram os passos no andar de cima novamente. Me assustei e saí logo para ver o apartamento do segundo andar, e estava sem luz, escuro. Voltei e estava em silêncio. às 23:00' me deitei com medo já. e não conseguia dormir Me virava para um lado e para outro até que eu fiquei em um momento entre estar acordado e quase dormindo, mas ao mesmo tempo estava ciente do que se passava ao meu redor. Nesse momento meu corpo travou, deu "KANASHIBARI" em japonês, que é quando o corpo fica imobilizado, travado ao dormir. Eu fiquei dominado pelo medo, e nisso escutei um sussurro no meu ouvido, uma voz de criança dizendo "Gomen ne tada assobitakatta" que significa "desculpe, apenas queria brincar". E quando acabou o "KANASHIBARI", eu adormeci. Ao amanhecer me desperto com o barulho de algo quebrando. Ao observar na mesa da cozinha, vi copo em estilhaços. Inacreditável, nem com uma pedrada certeira eu conseguiria fazer aquilo. Fui então trabalhar e avisei o responsável que mudaria naquele mesmo dia para outro apartamento na cidade. Pois daquele dia nada mais soube ou quis saber sobre aquela experiência sobrenatural. www.alemdaimaginacao.com Hideki - Japão

sábado, 1 de dezembro de 2012

O Aperfeiçoamento Pessoal ensinamentos de Samurai


Um praticante certa vez perguntou a um mestre Zen, que ele considerava muito sábio: - Quais são os tipos de pessoas que necessitam de aperfeiçoamento pessoal? - Pessoas como eu - Comentou o mestre. O praticante ficou algo espantado: - Um mestre como o senhor precisa de aperfeiçoamento? - O aperfeiçoamento, - respondeu o sábio, - nada mais é do que vestir-se, ou alimentar-se... - Mas, - replicou o praticante, - fazemos isso sempre! Imaginava que o aperfeiçoamento significasse algo mais profundo para um mestre. - O que achas que faço todos os dias? - retrucou o mestre - A cada dia, buscando o aperfeiçoamento, faço com cuidado e honestidade os atos comuns do cotidiano. Nada é mais profundo do que isso.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Pontos de Vista


Existia um mosteiro Zen, conduzido por dois irmãos. O mais velho era muito sábio, e o mais novo, ao contrário, era tolo e tinha apenas um olho. Para um forasteiro conseguir hospedagem por uma noite nesse mosteiro, tinha de vencer um dos monges em um debate sobre o Zen. Uma noite, um forasteiro foi pedir asilo. Como o velho monge estava cansado, mandou o mais novo confrontar-se com ele, com a recomendação de que o debate fosse em silêncio. Dessa forma, o monge tolo não cometeria enganos. Algum tempo depois, o viajante entrou na sala do sábio monge e disse: "Que homem sábio é o seu irmão! Conseguiu vencer-me no debate e, por isso, devo ir-me". O velho monge, intrigado, perguntou: "O que aconteceu?" E escutou a resposta: "Primeiramente, ergui um dedo simbolizando Buda, e seu irmão levantou dois simbolizando Buda e seus ensinamentos. Então, ergui três dedos para representar Buda, seus ensinamentos e seus discípulos, e meu inteligente interlocutor sacudiu o punho cerrado, à minha frente, para indicar que todos os três vêm de uma única realização". Pouco depois, entra o monge tolo, muito aborrecido, e é saudado pelo irmão, que lhe perguntou o motivo de sua chateação. E o caolho respondeu: "Esse viajante é muito rude. No momento em que me viu, levantou um dedo, insultando-me, indicando que tenho apenas um olho. Mas, como ele era visitante, eu não quis responder à ofensa e ergui dois dedos, parabenizando-o por ele ter dois olhos. E o miserável levantou três dedos, para mostrar que nós dois juntos tínhamos três olhos. Então fiquei furioso e ameacei dar-lhe um soco, com o punho cerrado. E, assim, ele foi embora".

Uma Questão de Bom Senso.


Um rico fazendeiro possuía uma grande propriedade muito fértil, e ao seu lado havia um vizinho muito pobre com um pequeno sítio, de terras muito áridas. Um grande lago de águas límpidas cobria grande parte das terras do rico e o vizinho pobre ao lhe solicitar um pequeno córrego para irrigar sua insignificante propriedade, lhe respondeu o rico: “Se faço isso, logo ficarei sem água, pois um pede um pouco, depois quer mais, e assim, nunca mais acaba a necessidade que é sempre crescente.” De pouco adiantaram os apelos do pobre de que sua propriedade era pequena, de que a quantidade dágua que necessitava era muito pouca, e sem chances de aumentar de consumo como o outro argumentava. Tempos depois, na propriedade do pobre, surgiu naturalmente um pequeno veio dágua que começou a formar um pequeno açude. Aquele pouco, naquelas terras áridas, era uma verdadeira benção. Ao ver aquilo, o rico chamou seus engenheiros e lhes disse: “Acho que há um vazamento do meu lago para as terras do vizinho. Deve ser em baixo da terra, pois não vejo nada em cima. Quero que construam em volta do meu lago uma grossa e firme parede de concreto, de modo que esse vazamento seja fechado...”. E isso foi feito. Mas com o passar do tempo, o açude do pobre enchia mais e mais, e logo, o lago do rico quase se esvaziou, ficando apenas uma pequena poça de água enlameada. Qual não foi sua surpresa, ao descobrir que o veio de água responsável pela fartura do seu lago, ficava na verdade nas terras do vizinho pobre. Assim, ao fechar o caminho, deixara de receber a preciosa água, que sempre julgou lhe pertencer. Moral da História: "A arrogância é o caminho mais curto para a ruína”

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Os Dois Vizinhos.


Era uma vez um agricultor muito rico, em cujas terras plantava trigo. Ao lado do seu terreno, havia outro agricultor igualmente afortunado, que também plantava trigo, mas, apesar de bem sucedidos, não se davam muito bem um com o outro. Com o tempo a intriga dos dois chegou a um ponto que mal se cumprimentavam; por fim deixaram de falar um com o outro. Viviam competindo e cada um desejando comprar o terreno do outro. Numa noite que prenunciava tempestade, muitos trovões ecoavam ao longe e vigorosos raios cortavam ferozmente os céus. Os dois vizinhos preocupados olhavam das janelas de suas casas, os imensos campos de trigo à sua volta, e ambos rezavam para que um raio não caísse em suas plantações, pois aquilo seria uma catástrofe. Eis que caiu um raio, no terreno do mais briguento dos dois, e um foco de incêndio imediatamente se formou no meio da plantação. Foi um caos, todos os empregados no meio da seara, correndo de um lado para o outro, tentando a todo custo apagar o fogo. Da sua janela distante o outro vizinho assistia à tudo com ares de preocupado. Foi com grande surpresa, que o vizinho atingido pelo fogo, viu que de repente, todos os empregados da fazenda vizinha, os servos do seu inimigo, também estavam empenhados em apagar o incêndio. Surpresa maior foi quando viu seu vizinho, pessoalmente, no meio do trigo, lutando contra o fogo. Ele não se conteve e lhe dirigiu à palavra: "Seu gesto é comovedor vizinho, pois apesar de sermos inimigos, diante das dificuldades, podemos ver que o senso de solidariedade fala mais alto. Fico contente por você e seus servos estarem preocupados comigo e ajudando a apagar o fogo." Ao que o outro lhe respondeu: "Não estou preocupado com você, mas, comigo mesmo. Veja bem, se o incêndio continuar, logo se espalha pela sua plantação e acabará por atingir também a minha." Moral da História: Algumas vezes, ajudar a resolver um problema que aparentemente não é nosso, pode ser uma escolha inteligente”

Jogo de Búzios . Para consultar sua vida material e espiritual.


Búzio, concha de praia de vários tamanhos, utilizada como objeto de adorno nas roupas dos Orixás onde são aplicados formando desenhos, em colares chamados de fio-de-contas onde são colocados como fecho ou como Brajá totalmente feito de búzios imitando as escamas de uma cobra, como objeto de comunicação com os Orixás nas consultas ao jogo de búzios e Merindelogun. O búzio tem uma abertura natural e uma parte ovalada, a maioria dos adornos e jogos de búzios são feitos com os búzios cortados, onde é tirada a parte ovalada do mesmo. Existe muita discussão sobre qual seria o aberto e o fechado. A legenda das fotos estaria trocada, na visão das pessoas que consideram a parte quebrada como sendo o aberto. Outros consideram que a abertura natural do búzio seja o aberto e a outra que é quebrada e ralada seja o fechado Alguns sacerdotes jogam com os búzios inteiros nesse caso o aberto é a abertura natural do búzio. Búzio aberto No Brasil os búzios (conchas pequenas de praia), (cawris na África eram usados como dinheiro, foi moeda corrente) são usados pelos Babalorixás e Iyalorixás para comunicação com os Orixás, nas consultas ao jogo de búzios ou Merindelogun. Usado para consultar o futuro, de acordo com a religião Batuque, Candomblé, Omoloko, Tambor de Mina, Umbanda, Xambá, Xangô do Nordeste ou como adorno em roupas dos Orixás e para confecção de alguns fio-de-contas. Também é usado em outras religiões afro-descendentes em vários países. Sua origem é médio-oriental, mais precisamente a região da Turquia. Penetrou na África junto com as invasões daqueles povos aos africanos. Adotado pelas mulheres pelo fato de que o Opele-Ifa e Opon-Ifa (jogos divinatórios originalmente africano) é destinado somente aos homens. Entrou na vida e na cultura Yoruba e enraizou-se tão profundamente que hoje o Merindilogun (jogo de buzios) é mais conhecido que o verdadeiro oráculo dos Babalawos (o Opele-Ifa e Opon-Ifa)também o mais utilizado aqui no brasil. No entanto, segundo algumas correntes e crenças nem todas as pessoas podem ler buzios. Esta prática está destinada apenas a pessoas com uma forte espiritualidade. De forma geral estão pré destinadas às Mães, Pais, ou filhos de Santo após a obrigação de sete anos com o recebimento dos direitos, autorização e ensinamentos dado pela mãe ou pai de santo.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Conto Zen: Baso e a Meditação


Quando jovem, Baso praticava incessantemente a Meditação. Certa ocasião, seu Mestre Nangaku aproximou-se dele e perguntou-lhe: - Por que praticas tanta Meditação? - Para me tornar um Buda. O Mestre tomou de uma telha e começou a esfregá-la com uma pedra. Intrigado, Baso perguntou: - O que fazeis com essa telha? - Pretendo transformá-la num espelho. - Mas por mais que a esfregueis, ela jamais se transformará num espelho! Será sempre uma pedra. - O mesmo posso dizer de ti. Por mais que pratiques Meditação, não te tornarás Buda. - Então o que fazer? - É como fazer um boi andar. - Não entendo. - Quando queres fazer um carro de bois andar, bates no boi ou no carro? Baso não soube o que responder e então o Mestre continuou: - Buscar o Estado de Buda fazendo apenas Meditação é matar o Buda. Dessa maneira, não acharás o caminho certo.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

AMIZADE VERDADEIRA!.


Pítias, condenado à morte pelo tirano Dionísio, passava na prisão os seus últimos dias. Dizia não temer a morte, mas como explicar que seus olhos se enchessem de lágrimas ao ver o caminho que se abria diante das grades da prisão? Sim, era a dura lembrança dos velhos pais! Era ele o arrimo e o consolo deles. Não mais suportando, um dia Pítias disse ao tirano: - Permita-me ir à casa abraçar meus pais e resolver meus negócios. Estarei de volta em quatro dias, sem acrescentar nem uma hora a mais. - Como posso acreditar na sua promessa? Os caminhos são desertos. O que você quer mesmo é fugir - respondeu Dionísio, irônica e zombeteiramente. - Senhor, é preciso que eu vá. Meus pais estão velhinhos e só contam comigo para se defenderem - insistiu Pítias com o olhar nublado de lágrimas. Vendo que o tirano se mantinha irredutível, Damon, jovem e amigo de Pítias, interveio propondo: - Conceda a licença que meu amigo pede; conheço seus pais e sei que carecem da ajuda do filho. Deixe-o partir e garanto sua volta dentro dos dias previstos, sem faltar uma hora, para lhe entregar a cabeça. A resposta foi um não categórico. Compreendendo o sofrimento do amigo, Damon propôs ficar na prisão em lugar de Pítias e morreria no lugar dele se necessário fosse. O tirano, surpreendido, aceitou a proposta e depois de um prolongado abraço no amigo, Pítias partiu. O dia marcado para sua execução amanheceu ensolarado. As horas passavam céleres e a guarda já se mostrava inquieta. Entretanto, Damon procurava restabelecer a calma, garantindo que o amigo chegaria em tempo. Finalmente chegara a hora da execução. Os guardas tiraram os grilhões dos pés de Damon e o conduziram à praça, onde a multidão acompanhava em silêncio a cada um dos seus passos. Subiu, então, ao cadafalso. Uma estranha agitação levou a multidão a prorromper em gritos. Era Pítias que chegava exausto e quase sem fôlego. Porém, rompendo a multidão, galgou os degraus do cadafalso, onde, abraçando o amigo, entregou-se ao carrasco sem o menor pavor. Os soluços da multidão comovida chegaram aos ouvidos do tirano. Este, pondo-se de pé em sua tribuna, para melhor se convencer da cena que acabava de acontecer na praça, levantou as mãos e bradou com firmeza: - Parem imediatamente com a execução! Esses dois jovens são dignos do amor dos homens de bem, porque sabem o quanto custa a palavra. Eles provaram saber o quanto vale a honra e o bom nome! Descendo imediatamente daquela tribuna, dirigiu-se a Pítias e a Damon. Dionísio estava perplexo e os abraçando comovidamente, lhes falou: - Eu daria tudo para ter amigos como vocês!

A Falsa Prisão!


Em um mosteiro Zen, um monge novato estava agindo de forma rebelde às normas do local, causando um certo tumulto. O mestre, percebendo o desconforto da comunidade dos monges, resolveu chamar a atenção do monge rebelde determinando-lhe que ficasse num alojamento a parte para que refletisse sobre a sua conduta. Contrariado, mas obediente, o monge aceitou a ordem e foi levado ao tal alojamento. Passaram-se algumas semanas e o monge ainda estava no mesmo aposento, onde lhe levavam diariamente comida e água que eram deixadas em uma abertura da porta. Todo esse tempo de enclausuramento fez com que chegasse à conclusão que havia de fato passado dos limites com aquela atitude de rebeldia. Estava realmente arrependido. O tempo passava e já fazia alguns meses que o monge estava lá, quando começou a se inquietar e pensou, indignado: "Sei que abusei da minha liberdade, mas não acho que minha atitude tenha sido tão grave ao ponto de ficar tantos meses trancafiado nesta prisão. Agora quem passou dos limites foram eles. Não vou mais aceitar tamanho absurdo. Vou sair daqui imediatamente, nem que eu tenha que arrebentar esta porta." Neste momento, o monge se aproxima da porta e, numa atitude enraivecida, tenta forçar a tranca da porta para arrombá-la logo em seguida. Ao fazer isso, a porta se abre sem qualquer esforço de sua parte. Espantado, o monge nota que a porta estava aberta durante todo o tempo em que permanecera ali.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O Maior dos Guerreiros.


O aluno perguntou ao mestre: - Como faço para me tornar o maior dos guerreiros? O mestre respondeu: - Vá atras daquelas colinas e insulte a rocha que se encontra no meio da planície. - Mas pra que, se ela não vai me responder? - retruca o aluno. - Então golpeie-a com tua espada. - Mas minha espada se quebrará! - Então agrida-a com tuas próprias mãos. - Aconselha o mestre. - Assim eu vou machucar minhas mãos - diz o aluno insatisfeito com as respostas do mestre - E também, não foi isso que eu perguntei, o que eu queria saber, era como eu faço para me tornar o maior dos guerreiros. O mestre diz: - O maior guerreiro é aquele que é como a rocha, não liga para insultos nem provocações, mas está sempre pronto para desvencilhar qualquer ataque do inimigo.

domingo, 25 de novembro de 2012

LUZ


Chegou o dia que o fósforo disse a vela: --Eu tenho a tarefa de acender-te. Assustada a vela respondeu: -Não, isso não! Se eu estou acesa , então meus dias estão contados. Ninguéwm vai mais admirar minha beleza. O fósforo perguntou: -Tu preferes passar a vida inteira inerte e sozinha, sem ter experimentado a vida? - Mas queimar dói e consome minhas energias - sussurrou a vela insegura e apavorada. - É verdade - respondeu o fósforo - as é este o segredo da nossa vocação. Nós somos chamados para a luz! O que eu posso fazer é pouco. Se não te acender, eu perco o sentido da minha vida. Eu existo para acender o fogo. Tu és uma vela: tu existe para iluminar os outros,para aquecer. Tudo o que tu ofereceres por meio da dor,do sofrimento e do teu empenho será transformado em luz. Tu não te acabarás consumindo -te pelos outros. Outros passarão o teu fogo adiante. Só quando tu te recusares, então morrerás! Em seguida, a vela afinou o seu pavio e disse cheia de expectativa: - Eu te peço, acenda-me.

sábado, 24 de novembro de 2012

A PEDRA DA FELICIDADE.


Nos tempos das fadas e bruxas, um moço achou em seu caminho uma pedra que emitia um brilho diferente de todas as que ele já conhecera. Impressionado, decidiu levá-la para casa. Era uma pedra do tamanho de um limão e pertencia a uma fada, que a perdera por aqueles caminhos, em seu passeio matinal. Era a pedra da felicidade. Possuía o poder de transformar desejos em realidade. A fada, ao se dar conta de que havia perdido a pedra, consultou sua fonte de adivinhação e viu o que havia ocorrido. Avaliou o poder mágico da pedra e, como a pessoa que a havia encontrado era um jovem de família pobre e sofredora, concluiu que a pedra poderia ficar em seu poder, despreocupando-se quanto à sua recuperação. Decidiu ajudá-lo. Apareceu ao moço em sonho e disse-lhe que a pedra tinha poderes para atender a três pedidos: um bem material, uma alegria e uma caridade. Mas que esses benefícios somente poderiam ser utilizados em favor de outras pessoas. Para atingir o intento, cabia-lhe pensar no pedido e apertar a pedra entre as mãos. O moço acordou desapontado. Não gostou de saber que os poderes da pedra somente poderiam ser revertidos em proveito dos outros. Queria que fossem para ele. Tentou pedir alguma coisa para si, apertando a pedra entre as mãos, sem êxito. Assim, resolveu guardá-la, sem muito interesse em seu uso. Os anos se passaram e este moço tornou-se bem velhinho. Certo dia, rememorando seu passado concluiu que havia levado uma vida infeliz, com muitas dificuldades, privações e dissabores. Tivera poucos amigos, porém, reconhecia ter sido muito egoísta. Jamais quisera o bem para os outros. Antes, desejava que todos sofressem tanto quanto ele. Reviu a pedra que guardara consigo durante quase toda sua existência; lembrou-se do sonho e dos prováveis poderes da pedra. Decidiu usá-la, mesmo sendo em proveito dos outros. Assim, realizou o desejo de uma jovem, disponibilizando-lhe um bem material. Proporcionou uma grande alegria a uma mãe revelando o paradeiro de uma filha há anos desaparecida e, por último, diante de um doente, condoeu-se de suas feridas, ofertando-lhe a cura. Ao realizar o terceiro benefício, aconteceu o inesperado: a pedra transformou-se numa nuvem de fumaça e, em meio a esta nuvem, a fada - vista no sonho que tivera logo ao achar a pedra - surgiu, dizendo: - Usaste a pedra da felicidade. O que me pedires, para ti, eu farei. Antes, devias fazer o bem aos outros, para mereceres o atendimento de teu desejo. Por que demoraste tanto tempo para usá-la? O homem ficou muito triste ao entender o que se passara. Tivera em suas mãos, desde sua juventude, a oportunidade de construir uma vida plena de felicidade, mas, fechado em seu desamor jamais pensara que fazendo o bem aos outros colheria o bem para si mesmo. Lamentando o seu passado de dor e seu erro em desprezar os outros, pediu comovido e arrependido: - Dá-me, tão somente, a felicidade de esquecer o meu passado egoísta.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

ANJOS DE UMA SÓ ASA.


Lá estava eu com minha família, em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado. Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me como se fosse ontem. Tentei dar a partida no carro. Nada. Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho. Minha mulher e eu,concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada. Sem alternativa, decidi voltar á pé até a vila mais próxima e procurar ajuda. Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina. Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e é claro, o lugar estava fechado. Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos. Consegui ligar para a única companhia de auto socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30km dali. - Não tem problema, disse a pessoa do outro lado da linha, normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora. Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria. Logo seguíamos eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento. Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos a perna e a ajuda de muletas para se locomover. Santo Deus! Ele era paraplégico!! Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda. - É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem, disse-me ele. O homem era impressionante, enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica, e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto. Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia. Oh! nada - respondeu, para minha surpresa. - Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti. - Não, reiterou ele. Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu, simplesmente me disse. - Quando tiver uma - oportunidade - passe isso adiante! Somos todos anjos de uma asa só. Precisamos nos abraçar para alçar vôo.

Ostra perlífera.


Uma ostra perlífera é um molusco da classe dos Lamelibrânquios ou bivalves, com capacidade para produzir pérolas, existindo vários tipos. As mais procuradas ostras perlíferas são as Pinctada Fucata a Pinctada Martensi e a Pinctada Margaritífera formando, em zonas de águas tropicais, grandes bancos naturais onde são pescadas por diversos procedimentos.[1] A ostra perlífera é um animal gregário e a sua vida origina-se com o depósito dos óvulos e espermatozóides no mar que caem em zonas muito definidas sendo a possibilidade de fertilização muito elevada. Após 24h, o ovo fertilizado desenvolve uma pequena concha bivalve que fica a flutuar levada pelas correntes marinhas. Ao fim de semana fixa-se em rochas ou sedimentos, que encontra no seu caminho. Nos primeiros dois anos, tem um crescimento rápido, passando a ser alvo de esponjas, raias, estrelas do mar, etc. que as procuram como alimento.[1] Após a maturação, ficam aptas a produzir pérolas, processo semelhante ao da formação do interior da concha, surgindo por reação defensiva a um corpo estranho (parasitas, como ácaros, ou grãos de areia ou outros materiais), que se introduz nos seus tecidos moles. Esse corpo estranho é envolvido por uma secreção natural, o nácar (conchiolina e carbonato de cálcio), formando dessa forma uma pérola mais ou menos esférica.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Quebrador de Pedras.


Era uma vez um simples quebrador de pedras que estava insatisfeito consigo mesmo e com sua posição na vida. Um dia ele passou em frente a uma rica casa de um comerciante. Através do portal aberto, ele viu muitos objetos valiosos e luxuosos e importantes figuras que freqüentavam a mansão. "Quão poderoso é este mercador!" pensou o quebrador de pedras. Ele ficou muito invejoso disso e desejou poder ser como o comerciante. Para sua grande surpresa ele repentinamente tornou-se o comerciante, usufruindo mais luxos e poder do que jamais imaginara, embora fosse invejado e detestado por todos aqueles menos poderosos e ricos do que ele. Um dia um alto oficial do governo passou à sua frente na rua, carregado em uma liteira de seda, acompanhado por submissos atendentes e escoltado por soldados, que batiam gongos para afastar a plebe. Todos, não importa quão ricos, tinham que se curvar à sua passagem. "Quão poderoso é este oficial!" ele pensou. "Gostaria de poder ser um alto oficial!" Então ele tornou-se o alto oficial, carregado em sua liteira de seda para qualquer lugar que fosse, temido e odiado pelas pessoas à sua volta. Era um dia de verão quente, e o oficial sentiu-se muito desconfortável na suada liteira de seda. Ele olhou para o Sol. Este fulgia orgulhoso no céu, indiferente pela sua reles presença abaixo. "Quão poderoso é o Sol!" ele pensou. "Gostaria de ser o Sol!" Então ele tornou-se o Sol. Brilhando ferozmente, lançando seus raios para a terra sobre tudo e todos, crestando os campos, amaldiçoado pelos fazendeiros e trabalhadores. Mas um dia uma gigantesca nuvem negra ficou entre ele e a terra, e seu calor não mais pôde alcançar o chão e tudo sobre ele. "Quão poderosa é a nuvem de tempestade!" ele pensou "Gostaria de ser uma nuvem!" Então ele tornou-se a nuvem, inundando com chuva campos e vilas, causando temor a todos. Mas repentinamente ele percebeu que estava sendo empurrado para longe com uma força descomunal, e soube que era o vento que fazia isso. "Quão poderoso é o Vento!" ele pensou. "Gostaria de ser o vento!" Então ele tornou-se o vento de furacão, soprando as telhas dos telhados das casas, desenraizando árvores, temido e odiado por todas as criaturas na terra. Mas em determinado momento ele encontrou algo que não foi capaz de mover nem um milímetro, não importando o quanto ele soprasse em sua volta, lançando-lhe rajadas de ar. Ele viu que o objeto era uma grande e alta rocha. "Quão poderosa é a rocha!" ele pensou. "Gostaria de ser uma rocha!" Então ele tornou-se a rocha. Mais poderoso do que qualquer outra coisa na terra, eterno, inamovível. Mas enquanto estava lá, orgulhoso pela sua força, ouviu o som de um martelo batendo em um cinzel sobre uma dura superfície, e sentiu a si mesmo sendo despedaçado. "O que poderia ser mais poderoso do que uma rocha?" pensou, surpreso. Olhou para baixo de si e viu a figura de um quebrador de pedras...

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Natureza contos de Monge.


Dois monges estavam lavando suas tigelas no rio quando perceberam um escorpião que estava se afogando. Um dos monges imediatamente o pegou e o colocou na margem. No processo ele foi picado. Ele voltou para terminar de lavar sua tigela e novamente o escorpião caiu no rio. O monge salvou o escorpião e novamente foi picado. O outro monge então perguntou: "Amigo, por que você continua a salvar o escorpião quando você sabe que sua natureza é agir com agressividade, picando-o?" "Porque," replicou o monge, "agir com compaixão é a minha natureza."

Mitologia Grega. Hades.


Hades, deus do mundo subterrâneo (ou deus do inferno) da mitologia grega (ou Plutão, na mitologia romana), filho de Cronos e Réia, irmão de Zeus, Héstia, Demeter, Hera e Poseidon. Era casado com Perséfone (Cora para os romanos), que raptou do mundo superior, para ter como sua rainha. Este mito ficou muito conhecido como o rapto de Cora . Ele a traiu duas vezes, uma quando teve um caso com a ninfa do Cócito e também quando se apaixonou por Leuce, filha do Oceano. Hades dominava o reino dos mortos, um lugar onde só imperava a tristeza. Conseguiu esse domínio através de uma luta contra os titãs, que Poseidon, Zeus e ele venceram. Assim Poseidon ficou com o domínio dos mares, Zeus ficou com o céu e a Terra e Hades com o domínio das profundezas. Era um deus quieto e seu eu nome quase nunca era pronunciado, pois tinham medo, para isso usavam outros nomes como o de Plutão. Um deus muito temido, pois no seu mundo sempre havia espaço para as almas. Seu mundo era dividido em duas partes: o Érebo onde as almas ficavam para ser julgadas para receber seus castigos ou então suas recompensas; e também a parte do Tártaro que era a mais profunda região onde os titãs ficavam aprisionados. Hades era presidente do tribunal, era ele que dava a sentença dos julgamentos. Além das sombras e almas encontradas em seus domínios, era também cuidadosamente vigiado pelo Cérbero que era seu cão de três cabeças e cauda de Dragão. Era conhecido como hospitaleiro, pois nos seus domínios sempre tinha lugar para mais uma alma. O deus quase nunca deixava seus domínios para se preocupar com assuntos do mundo superior, fez isso duas vezes quando foi raptar sua esposa e a outra quando foi para o Olimpo se curar de uma ferida feita por Heracles. Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, mas fez isso poucas vezes e muitas delas a pedido de sua esposa. Também conhecido como o Invisível, pois com a ajuda do seu capacete que o protege de todos os olhares. Este capacete também foi usado por outros heróis como Atena e Perseu. Porém, ao contrário do que muitas pessoas pensam, Hades não é o deus da morte e sim o da pós-morte, ele comanda as almas depois que as pessoas morrem. Apenas Ares e Cronos são responsáveis pela morte e com isso até inimigos da humanidade, o que ele não era e sim temido por sua fama.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

As Coisas Que Aprendi Na Vida.


...PORQUE VIVER É APRENDER A VIVER !!! 05 Anos Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. 06 Anos Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite. 08 Anos Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. 09 Anos Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. 11 Anos Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. 12 Anos Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais, ainda, em casa. 13 Anos Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. 14 Anos Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. 25 Anos Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. 29 Anos Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. 35 Anos Aprendi que quando minha mulher e eu temos, finalmente, uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. 37 Anos Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. 40 Anos Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles. 42 Anos Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. 43 Anos Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. 44 Anos Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados. 45 Anos Aprendi que a época que preciso, realmente, de férias é justamente quando acabei de voltar delas. 46 Anos Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. 47 Anos Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles. 48 Anos Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. 49 Anos Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão. 50 Anos Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional à espessura das toalhas. 51 Anos Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. 52 Anos Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. 54 Anos Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. 57 Anos Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. 63 Anos Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar prá lá. 64 Anos Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo nunca acontecem. 66 Anos Aprendi que todas as pessoas que dizem que "dinheiro não é tudo", geralmente, têm muito. 67 Anos Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. 72 Anos Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. 88 Anos Aprendi que amei menos do que deveria. 90 anos Aprendi que tenho muito a aprender!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Oxalá. Divindade maior do Candomblé.


Oxalá é o Orixá associado à criação do mundo e da espécie humana. Apresenta-se de duas maneiras: moço (chamado Oxaguian, identificado no jogo do merindilogun pelo odu ejionile) e velho (chamado Oxalufan e identificado pelo odu ofun e ejiokô). No candomblé, este é representado material e imaterialmente pelo assentamento sagrado denominado igba oxala. Os símbolos do primeiro são uma idá (espada), "mão de pilão" e um escudo; o símbolo do segundo é uma espécie de cajado em metal, chamado opaxorô. A cor de Oxaguiam é o branco levemente mesclado com azul; a de Oxalufam é somente branco. O dia consagrado para ambos é a sexta-feira. Sua saudação é ÈPA BÀBÁ! Oxalá é considerado e cultuado como o maior e mais respeitado de todos os Orixás do panteão africano. Simboliza a paz, é o pai maior nas nações das religiões de tradição africana. É calmo, sereno, pacificador; é o criador e, portanto, é respeitado por todos os Orixás e todas as nações. A Oxalá pertencem os olhos que vêem tudo. Olodumaré entregou a Oxalá o saco da criação para que ele criasse o mundo. Essa missão, porém, não lhe dava o direito de deixar de cumprir algumas obrigações para outros Orixás e Exu, aos quais ele deveria fazer alguns sacrifícios e oferendas. Oxalá pôs-se a caminho apoiado em um grande cajado, o Paxorô. No momento em que deveria ultrapassar a porta do Orun, encontrou-se com Exu que, descontente porque Oxalá se negara a fazer suas oferendas, resolveu vingar-se, e provocou-lhe uma sede intensa. Oxalá não teve outro recurso senão o de furar a casca de um tronco de um dendezeiro para saciar sua sede. Era o vinho de palma também conhecido como ("emu" e "oguro") o qual Oxalá bebeu intensamente. Bêbado, não sabia onde estava e caiu adormecido. Apareceu então Olófin Odùduà, que vendo o grande Orixá adormecido roubou-lhe o saco da criação e, em seguida, foi à procura de Olodumaré para mostrar o que achara e contar em que estado Oxalá se encontrava. Olodumaré disse então que “se ele está neste estado vá você a Odùduà, vá você criar o mundo”. Odùduà foi então em busca da criação e encontrou um universo de água, e aí deixou cair do saco o que estava dentro. Era terra. Formou-se então um montinho que ultrapassou a superfície das águas. Então ele colocou a galinha cujos pés tinham cinco garras. Ela começou a arranhar e a espalhar a terra sobre a superfície da água; onde ciscava, cobria a água, e a terra foi alargando cada vez mais, o que em yoruba se diz Ile`nfê, expressão que deu origem ao nome da cidade Ilê-Ifê. Odùduà ali se estabeleceu, seguido pelos outros Orixás, e tornou-se, assim, rei da terra. Quando Oxalá acordou, não encontrou mais o saco da criação. Despeitado, procurou Olodumaré, que por sua vez proibiu-o, como castigo a Oxalá e toda sua família, de beber vinho de palma e de usar azeite de dendê. Mas como consolo lhe deu a tarefa de modelar no barro o corpo dos seres humanos nos quais ele, Olodumaré insuflaria a vida.

Contos de Samurai - Isso Passará...


Um praticante foi até o seu professor de meditação, tristemente, e disse: - Minha prática de meditação é horrível! Ou eu fico distraído, ou minhas pernas doem muito, ou eu constantemente fico com sono. É simplesmente horrível!!! - Isso passará - o professor disse suavemente. Uma semana depois, o estudante retornou ao seu professor, eufórico: - Minha prática de meditação é maravilhosa! Eu sinto-me tão consciente, tão pacífico, tão relaxado, tão vivo! É simplesmente maravilhoso!!! O mestre disse tranqüilamente: - Isso também passará. Tudo passa na vida.

sábado, 17 de novembro de 2012

Onilé Orixá do Camdomblé.


Onilé é um Orixá que representa a base de toda a vida, a Terra-Mãe, tanto na vida como na morte, se caracteriza por ser o princípio e representação coletiva dos elegun e Egungun. é o primeiro a receber as oferendas e a ser evocado nos ritos dos sacrifícios. Todo terreiro possui o acento de Onilé, um deles pode ser observado no centro do Barracão de (candomblé), denominado como o fundamento da casa ou simplesmente Axé da casa, onde todos sabiamente reverenciam este local. Também chamado pelo "Povo de santo" de Oluaye, Aiyê, Ilê e Sakpatá. Em algumas tradições, Onilé é uma divindade feminina, representa a Mãe Terra (onde acolhe os ancestrais), Egungun. Conta-se que quando Olorum reuniu os orixás para dividir o poder sobre a criação entre eles, uma de suas filhas, Onilé, escondeu-se sob a terra. E acabou ganhando por este motivo poder e autoridade sobre ela. A primeira parte de todos os sacrifícios de (Ejé) sangue é sempre derramada sobre a terra, independente de para qual entidade ou divindade seja o sacrifício, este gesto é uma forma de lembrar e reconhecer o poder de Onilé. Tudo vem da terra e a ela retorna. Quando os orixás seus irmãos se reuniam no palácio do grande pai para as grandes audiências em que Olodumare comunicava suas decisões, Onilé fazia um buraco no chão e se escondia, pois sabia que as reuniões sempre terminavam em festa, com muita música e dança ao ritmo dos atabaques. Onilé não se sentia bem no meio dos outros. Um dia o grande deus mandou os seus arautos avisarem: haveria uma grande reunião no palácio e os orixás deviam comparecer ricamente vestidos, pois ele iria distribuir entre os filhos as riquezas do mundo e depois haveria muita comida, música e dança. Cada orixá que chegava ao palácio de Olodumare provocava um clamor de admiração,que se ouvia por todas as terras existentes. Os orixás encantaram o mundo com suas vestes. Menos Onilé. Quando todos os orixás haviam chegado, Olodumare mandou que fossem acomodados confortavelmente,sentados em esteiras dispostas ao redor do trono. Tinha todas as riquezas do mundo para dar a eles,mas nem sabia como começar a distribuição. Então disse Olodumare que os próprios filhos,ao escolherem o que achavam o melhor da natureza,para com aquela riqueza se apresentar perante o pai,eles mesmos já tinham feito a divisão do mundo. Deu a cada orixá um pedaço do mundo,uma parte da natureza, um governo particular. Dividiu de acordo com o gosto de cada um. E disse que a partir de então cada um seria o donoe governador daquela parte da natureza. Assim, sempre que um humano tivesse alguma necessidade relacionada com uma daquelas partes da natureza, deveria pagar uma prenda ao orixá que a possuísse. Pagaria em oferendas de comida, bebida ou outra coisa que fosse da predileção do orixá.Os orixás, que tudo ouviram em silêncio, começaram a gritar e a dançar de alegria,fazendo um grande alarido na corte. Olodumare pediu silêncio,ainda não havia terminado. Disse que faltava ainda a mais importante das atribuições. Que era preciso dar a um dos filhos o governo da Terra,o mundo no qual os humanos viviam e onde produziam as comidas, bebidas e tudo o mais que deveriam ofertar aos orixás. Disse que dava a Terra a quem se vestia da própria Terra. Quem seria? perguntavam-se todos? "Onilé", respondeu Olodumare. "Onilé?" todos se espantaram. Como, se ela nem sequer viera à grande reunião? Nenhum dos presentes a vira até então. Nenhum sequer notara sua ausência. "Pois Onilé está entre nós", disse Olodumare e mandou que todos olhassem no fundo da cova, onde se abrigava, vestida de terra, a discreta e recatada filha. Ali estava Onilé, em sua roupa de terra.Onilé, a que também foi chamada de Ilê, a casa, o planeta. Olodumare disse que cada um que habitava a Terra pagasse tributo a Onilé, pois ela era a mãe de todos, o abrigo, a casa. A humanidade não sobreviveria sem Onilé. Afinal, onde ficava cada uma das riquezas que Olodumare partilhara com filhos orixás? "Tudo está na Terra", disse Olodumare. "O mar e os rios, o ferro e o ouro, Os animais e as plantas, tudo", continuou. "Até mesmo o ar e o vento, a chuva e o arco-íris, tudo existe porque a Terra existe, assim como as coisas criadas para controlar os homens e os outros seres vivos que habitam o planeta, como a vida, a saúde, a doença e mesmo a morte".Pois então, que cada um pagasse tributo a Onilé, foi a sentença final de Olodumare. Onilé, orixá da Terra, receberia mais presentes que os outros, pois deveria ter oferendas dos vivos e dos mortos, pois na Terra também repousam os corpos dos que já não vivem. Onilé, também chamada Aiê, a Terra, deveria ser propiciada sempre, para que o mundo dos humanos nunca fosse destruído. Todos os presentes aplaudiram as palavras de Olodumare. Todos os orixás aclamaram Onilé. Todos os humanos propiciaram a mãe Terra. E então Olodumare retirou-se do mundo para sempre e deixou o governo de tudo por conta de seus filhos orixás.
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